
Apesar das ótimas críticas e boa receptividade, a Warner demora a colocar o grupo novamente em estúdio, fato que só ocorreria em 1989, com o disco Inocentes, produção assinada por Roberto Frejat, do Barão Vermelho.
Talvez por pressão da gravadora ou por tentarem parecer mais ecléticos, o disco não faz tanto sucesso, devido aos diferentes estilos, além de contar com uma capa um tanto constrangedora, onde todos apareciam algemados e nus. O disco marca a saída de Tonhão e André, substituídos por César (bateria) e Mingau (baixo). A faixa de destaque é e "O Homem que Bebia Demais" e uma regravação de "Garotos do Subúrbio".
Talvez por pressão da gravadora ou por tentarem parecer mais ecléticos, o disco não faz tanto sucesso, devido aos diferentes estilos, além de contar com uma capa um tanto constrangedora, onde todos apareciam algemados e nus. O disco marca a saída de Tonhão e André, substituídos por César (bateria) e Mingau (baixo). A faixa de destaque é e "O Homem que Bebia Demais" e uma regravação de "Garotos do Subúrbio".
O LP trazia as seguintes faixas:
Lado A
01. Animal Urbano
Lado A
01. Animal Urbano
02. Mais Um na Multidão
03. A Face de Deus
04. Promessas
05. A Lei do Cão
Lado B
06. O Homem que Bebia Demais
06. O Homem que Bebia Demais
07. Nosso Tempo
08. Marcha das Máquinas
09. A Voz do Morro
10. Garotos do Subúrbio

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