Quase 50 mil na Virada.
A banda 'Os Inocentes' tocou para milhares de pessoas, ontem, no dia de encerramento da Virada Cultural
Mais de 45,3 mil pessoas participaram da segunda edição da Virada Cultural Paulista, em Jundiaí. F
Ao todo foram investidos R$ 125 mil para a realização da Virada Cultural de Jundiaí. No ano passado, o investimento foi de R$ 92,5 mil. "É um valor que vale a pena e não é tão alto se pensarmos no custo-benefício para a cidade." A Virada Cultural aconteceu em 20 cidades do Estado e as mais de 550 atrações atraíram cerca de meio milhão de pessoas nas primeiras doze horas de Virada.
O público aprovou a iniciativa e elogiou a programação escolhida para Jundiaí. "Está muito melhor que a do ano passado. Eu nunca achei que veria um show de uma banda como ´Inocentes´ de graça, financiado pela secretaria de Estado", disse a estudante Tânia Carolina Marancero. Ela sugere que mais bandas de rock venham nas próximas edições. "Matanza e Rita Lee seriam boas opções."
A professora Juliana Augusta Verona foi com a filha e um grupo de amigos ao show dos ´Inocentes´ e adorou. "Poderia ter mais vezes no ano, né? É bom poder fazer um programa legal e poder trazer minha filha, por exemplo, A minha sugestão para o próximo ano seria mais MPB." Na opinião do diretor das casas de espetáculos de Jundiaí, Wagner Nacarato, o público foi bastante receptivo. "Tivemos pelo menos 600 pessoas em cada apresentação e isso foi muito bom. Vamos conversar com a secretaria de Estado e fazer algumas observações para tentar melhorar ainda mais a programação do próximo ano."
Programação - A abertura oficial foi no final da tarde de sábado, no Parque Comendador Antonio Carbonari (Parque da Uva), com a banda Vanguart, considerada uma das maiores revelações do rock nacional dos últimos tempos. Pelo Parque passaram atrações como Raízes Rasta (leia mais abaixo), Inocentes e Cachorro Grande, que fechou a Virada. O principal show, no início da madrugada de ontem, foi o do cantor Marcelo D2, que atraiu mais de 20 mil pessoas. Nos teatros foi possível ver cinema francês, espetáculos de dança, como o Balé da Cidade de São Paulo, a Cia. Druw de teatro, com o monólogo de Ricardo Bittencourt e o grupo Zuzu Abu.

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